quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Raios de sol.


Já se faz tarde e continuo a caminhar sozinha, em direção do nada. Do vazio do espaço, sem nenhuma memória, e só me recordo dos pesadelos. O sol já se pos e está escuro. Mas não desito e continuo a caminhar quase sem forças no corpo, completamente desidratada. Chego a um certo ponto em que já vou tropeçado nos meus pés e que caio no chão humido da floresta. Sem ter rumo onde chegar. Não tenho forças para me segurar nas pernas, e fico ali toda a noite. Adormecendo num sono perfundo, só ouvindo os barulhos dos animais que mesmo de noite se manifestam, o que me deixa espantada. Realmente acordei cheia de vida, completemente nova. Acordei com raios de sol, cheios de brilho. Que me aqueciam as faces deixando-me com a testa transpirada de tanto que eles eram fortes e tinham poder sobre mim! Sinceramente não queria mostrar uma ideia erra. A ideia que em dizes que adoravas ter, mas não me consigo controlar e cada palvra que digo parece-me sair mais forte. Magoar-te? Nunca pensei em tal coisa. Era egoísta se o fizesse. E realmente tu fazes-e bem. Raios de sol cheios de brilho. Com delicadeza tu acordas-me. Mais sensivel que um jasmim "quebrado".

Rosa sem espinhos..

2 comentários:

  1. adoro como escreves, é tão intenso :)
    nunca pares, tens um dom!

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  2. espectacular bé. adoro todos os teus textos :')

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